Crédito:
Carlos Alberto/Imprensa MG
Crédito:
Renato Cobucci/Imprensa MG
Crédito:
Omar Freire/Imprensa MG
Crédito:
Gil Leonardi/Imprensa MG
Ao assumir o cargo, Fernando Pimentel reafirma que pretende ampliar os
canais de integração com a população
O discurso do governador Fernando
Pimentel na cerimônia de transmissão de cargo, no Palácio da Liberdade, foi
marcado por um ato simbólico. Na sacada do Palácio, ao lado do governador,
estavam três pessoas que a grande maioria dos mineiros não conhecia. Eram
pessoas simples, do povo, que ele escolheu para dividir aquele seu grande
momento: Lavínia Francisca, da cidade de São Francisco; Kelly Barboza, do
Aglomerado de Serra, e José Mário, produtor de queijo de São Roque.
As presenças no palanque de Lavínia, Kelly e José Mário eram a demonstração
prática do primeiro e principal compromisso assumido pelo novo governador de
Minas Gerais. Conforme esse compromisso, as cidadãs e cidadãos mineiros
governarão o estado ao lado dele. Fernando Pimentel prometeu criar novos canais
e ampliar os já existentes, de forma a possibilitar um diálogo direto do
governo com a população, garantindo mecanismos que permitam aos mineiros
interferir de forma efetiva nas decisões. Canais que, de certa forma, Pimentel
já começara a usar na sua campanha: os três cidadãos que subiram com ele à
sacada do Palácio da Liberdade são pessoas do povo que, nas caravanas feitas
por ele pelo estado, participaram das discussões e da formulação do seu
programa de governo.
Pimentel propõe “um novo conceito de governar”, no qual as decisões não sejam
tomadas por tecnocratas em seus gabinetes. “Esta terra não tem dono, não tem
rei, não tem imperador”, discursou. “Os verdadeiros donos do poder são os
cidadãos e cidadãs mineiros”, disse Pimentel. O novo governador estabeleceu
como lema: “Menos poder pra poucos, mais poder para todos”. E completou: “As
pessoas não devem estar nas mãos de poucos nos governos. Os governos é que têm
de estar na mão das pessoas”.
Não foi por outra razão que Pimentel, num outro ato simbólico, resolveu cruzar
a Praça da Liberdade antes de receber o cargo do ex-governador Alberto Pinto
Coelho. “Não chego sozinho a este posto. Fiz questão de chegar a este Palácio
cruzando a Praça da Liberdade ao lado de mineiras e mineiros de todas as
regiões”, disse. “É o povo que esta terra habita que fez deste estado o coração
do Brasil”, completou, assumindo seu compromisso de governar ao lado de todos
os mineiros. “Vamos governar, com vontade, com dedicação, ouvindo para
governar, caminhando lado a lado com todos os mineiros. Vamos fazer um governo
de todos”, prometeu.
Depois de ser empossado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG),
Fernando Pimentel chegou à Praça da Liberdade Ladeado pelas tropas militares,
seguiu rumo à entrada principal do Palácio da Liberdade. Enquanto ele
caminhava, o cantor e percursionista Pererê cantava o Hino de Minas Gerais. Pimentel entrou no Palácio, ao lado de sua
mulher, Carolina. Alberto Pinto Coelho os aguardava com sua mulher, Célia.
Pimentel e Pinto Coelho dirigiram-se à
sacada do Palácio da Liberdade. Ambos vestiam ternos escuros. Pimentel usava
uma gravata vinho. Pinto Coelho, uma gravata azul. Em seu pescoço, estava o
Grande Colar da Inconfidência, que mais tarde ele passaria para Pimentel,
simbolizando com esse gesto a transmissão do cargo. Perfilados, o antigo e o
novo governador ouviram a execução do Hino Nacional pela cantora Titana.
Em seu discurso de despedida, Pinto Coelho exaltou a estabilidade democrática
brasileira, para ele simbolizada por aquele ato de transmissão do cargo de
governador. “Viva a democracia! Celebramos mais um rito de transmissão do
governo, simbolizando a estabilidade das nossas instituições. Também
testemunhamos nesse período histórico a alternância dos partidos políticos no
comando da administração estatal, outra prova da vitalidade da estabilidade
política. Esta é a grande obra democrática que estamos construindo em Minas e
no Brasil”, disse o governador que deixava o cargo.
Pinto Coelho destacou o momento histórico lembrando que é hora de construir um
futuro melhor para Minas. “É hora, sobretudo, de olharmos para a frente,
visando à construção de um futuro melhor, mais próspero, mais digno de mineiros
e brasileiros. Transmito ao futuro governador os votos de uma feliz e próspera
gestão. Quero fazer agora uma conclamação a todos para que, na situação ou na
oposição, tenhamos sempre em vista o compromisso maior com os valores
republicanos e democráticos que hoje nos regem”. Em seguida, Pinto Coelho
passou a Pimentel o Grande Colar da Inconfidência.
Pimentel assinou seu primeiro ato como
governador de Minas Gerais, nomeando os novos secretários e demais gestores.
Ainda em seu discurso, Pimentel reassumiu os compromissos feitos em sua
campanha com melhorias na saúde – como a ampliação dos hospitais regionais, e
na educação, onde pretende criar escolas infantis de tempo integral e de ensino
técnico em todo o estado. Também prometeu valorizar e dialogar com o
funcionalismo público e estabelecer um diálogo de forma “transparente e
republicana” com os prefeitos. E, ao encerrar seu discurso, o novo governador
novamente assumiu seu compromisso de ampliar a participação popular. “Quero ser
um governador que não será uma voz, mas, sim, um porta-voz da vontade popular.
Fonte: Assessoria de Imprensa Governo de Minas.