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domingo, 13 de setembro de 2020

Agronegócio mineiro mantém boa performance de exportação de alimentos para o mundo

 Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG.


Embarque de produtos gerou cerca de US$ 5,7 bilhões de janeiro a agosto; China é o principal importador

 

As exportações do agronegócio mineiro seguem aquecidas, com acréscimo de 10% na receita no comparativo de janeiro a agosto de 2020 com o mesmo período do ano passado. As razões que levaram ao bom desempenho estão relacionadas ao aumento da demanda internacional e à alta do dólar. A receita das vendas atingiu US$ 5,7 bilhões, com o embarque de 9 milhões de toneladas.

 

O agronegócio respondeu por 35% de toda a comercialização externa do estado, e a China permanece como o principal parceiro comercial. As vendas ao país asiático somaram US$ 1,7 bilhão e registraram acréscimo de 30% em relação ao mesmo período de 2019. Os principais produtos importados pelos chineses foram soja, carne bovina, celulose, açúcar e carne de frango.

 

De acordo com a assessora técnica da Superintendência de Inovação e Economia Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Manoela Teixeira de Oliveira, esse cenário reforça a importância da manutenção da parceria comercial entre Minas Gerais e a China, já que as compras chinesas vêm sendo ampliadas tanto em diversidade de produtos quanto em volume. “Essas compras permitiram que a pauta mineira, que era centrada no café, trouxesse a outros produtos um destaque significativo nas exportações do agronegócio”, analisa.


Destaques


O café continua sendo o destaque da pauta exportadora do agronegócio de Minas, com receita de US$ 2,24 bilhões e 12,5 milhões de sacas embarcadas no acumulado deste ano. Essa receita corresponde a quase 40% de todos os produtos do agronegócio enviados ao exterior.

 

Outro importante grupo de comercialização do estado, o complexo soja – composto por grãos, farelo e óleo – registrou US$ 1,53 bilhão e participação de 27% nas vendas. O principal item comercializado em agosto neste setor foram os grãos de soja, com receita de US$ 117 milhões. Este resultado é o segundo melhor da série histórica do agronegócio mineiro, iniciada em 1997, atrás somente de agosto de 2018, quando a cifra chegou a US$ 189 milhões.

 

“Minas Gerais é uma importante porta de saída da soja para o mundo. Além disso, a atual demanda chinesa tem sido relevante para o alcance desses números positivos e históricos. A justificativa está na necessidade do país em ofertar alimentos para a sua grandiosa população e também para a recuperação do seu rebanho suíno, que, como sabemos, foi dizimado pela peste suína africana”, contextualiza a assessora técnica Manoela Oliveira.

 

Também com excelente desempenho, o setor de carnes arrecadou US$ 672 milhões, com 216 mil toneladas exportadas. Entre as proteínas, os bovinos lideraram as vendas, com US$ 514 milhões e 121 mil toneladas. E, mais uma vez, a China foi a principal compradora, respondendo por 65% dos pedidos.

 

Já o setor de frango totalizou US$ 120,34 milhões e 76 mil toneladas. A China foi, também, o principal parceiro comercial, com 50% das compras desta proteína. 

 

Com o melhor resultado dos últimos 5 anos, no acumulado de janeiro a agosto, as carnes suínas foram responsáveis pelas vendas de US$ 24,40 milhões e 15 mil toneladas. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o incremento foi de 92% no valor e 70% no volume. Hong Kong seguiu como o principal destino da proteína suína, com fatia de 46% dos embarques.

 

Passando para o complexo sucroalcooleiro, que reúne açúcar, álcool e demais açúcares, a receita foi de US$ 629,15 milhões, aumento de 56% na comparação com o acumulado do ano anterior. O item mais comercializado foi o açúcar, com receita de US$ 601,19 milhões, acréscimo de 54%. O álcool alcançou US$ 25,20 milhões, aumento de 144% na comparação com 2019.

 

“A queda na oferta de açúcar no mercado internacional vem contribuindo para a vendas de Minas Gerais. A Tailândia, que tem uma participação importante no mercado e devido a problemas climáticos teve sua produção afetada, impactou favoravelmente para que países produtores, como é o caso do Brasil, pudessem suprir essa demanda deixada pelos tailandeses”, explica Manoela.

 

Os principais destinos dos embarques foram China (US$ 1,70 bilhão), Estados Unidos (US$ 538 milhões), Alemanha (US$ 516 milhões), Itália (US$ 262 milhões) e Japão (US$ 213 milhões). Ao todo, 166 países compraram produtos do agronegócio de Minas Gerais.


Fonte:Agência Minas.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Frigorífico do município de Maravilhas recebe selo do Certifica Minas Frango Caipira


A produção de frango caipira em Minas Gerais ganhou mais uma empresa reconhecida pelo programa Certifica Minas. A integradora Fredini Alimentos, proprietária de uma granja e um frigorífico em Maravilhas, na região Central do estado, já pode comercializar seus produtos com o selo do programa que é coordenado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e executado por suas vinculadas - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Na prática, o selo confere ao consumidor a certeza de que os frangos foram, entre outras características, criados soltos, com alimentação vegetal e não forçada, garante o gerente de Certificação do IMA, Rogério Fernandes. 
“Para conceder a certificação nossos auditores verificaram documentos, realizaram entrevistas e analisaram visualmente todo o processo produtivo quanto ao cumprimento de 114 critérios de certificação. E essa é a segurança que o consumidor precisa para exercer em plenitude seu poder de compra”, destaca. 
Fernandes explica, ainda, que no caso da Fredini Alimentos foi aplicada a auditoria de cadeia de custódia, que é uma modalidade do programa destinada a garantir que distribuidores e processadores tenham rastreabilidade nas suas ações, não misturando produtos certificados com outros convencionais. “Ou seja, foi evidenciado que o frigorífico realiza o abate dos frangos caipira em turnos diferentes dos convencionais, prezando pela separação e individualização em todos os momentos”, acrescenta. 
Expectativas
Coordenador de Tecnologia da Informação e Produção de Aves da Fredini Alimentos, Prêntice Vilela explica que a expectativa da empresa é atender às exigências de consumidores que, cada vez mais, procuram por produtos de máxima excelência e procedência natural.
“Entendemos que o selo trará uma boa exposição para a marca, pois a certificação é mais do que a imagem, mostra que a empresa se preocupa com o bem-estar animal e está de acordo com as leis trabalhistas e ambientais”, analisa Vilela. 
A empresa abate, aproximadamente, 8 mil aves certificadas a cada 70 dias, o equivalente a cerca de 45 mil por ano. Para manter o selo, que precisa ser renovado periodicamente, há uma série de protocolos a serem obedecidos. 
“As aves devem ser criadas soltas em piquetes de pastejo, que são sempre cercados, bem ventilados, com sombreamento. Deve-se também respeitar a linhagem de crescimento lento e rústico, o que dá maior resistência às aves diante de enfermidades”, explica o coordenador do Programa Certifica Minas Frango Caipira no IMA, Maurício Teixeira Pontes.
Ele detalha ainda os cuidados com a alimentação dos animais. “Tem que ser natural, exclusivamente de origem vegetal oriunda da propriedade, como soja, milho, hortaliças e frutas. Não é permitido o uso de restos de alimentos, por exemplo”, reforça Pontes. 
Crescimento
Minas tem, atualmente, 310 municípios que produzem frango caipira com algum propósito de comercialização. Quem afirma é o superintendente de Inovação e Economia Agropecuária da Seapa, Carlos Eduardo Bovo, que acredita no potencial de crescimento do setor no estado. 
“Com a entrada das agroindústrias, há um ganho muito grande. Um dos diferenciais foi a certificação da cadeia de custódia. Dessa forma, as empresas que estão processando o frango podem colocar na embalagem esse selo. É algo novo e outras cadeias, como a do café, também já demonstram interesse em fazer o mesmo”, explica Bovo. 
Sobre o programa
O programa Certifica Minas tem a finalidade de assegurar a qualidade dos produtos agropecuários e agroindustriais produzidos no estado e a sustentabilidade de seus sistemas de produção, proporcionando maior competitividade e favorecendo a inserção em novos mercados.
Além do frango caipira, a iniciativa conta com os escopos de algodão, azeite, cachaça, café, carne bovina, frutas, leite, orgânicos, ovo caipira, hortaliças, queijo artesanal e produtos sem agrotóxicos.
O selo de certificação tem a validade de um ano, podendo ser revalidado, de acordo com o interesse do produtor, após novas auditorias do IMA, o órgão certificador oficial do Estado. Produtores da Agricultura Familiar têm adesão gratuita ao Programa. A adesão é voluntária.
Todos os detalhes sobre o Programa Certifica Minas podem ser encontrados em: www.ima.mg.gov.br e www.agricultura.mg.gov.br/certificaminas.

domingo, 17 de maio de 2015

Alta conquista diversos campeonatos nas raças leiteiras e de corte na Expozebu 2015







A Alta Genetics fecha a Expozebu 2015 com chave de ouro, conquistando diversas categorias nas raças: Gir Leiteiro e Guzerá Leite /  Nelore e Tabapuã. A Alta comprovou mais uma vez sua eficiência através do melhoramento genético.
No gado de corte, o destaque em Nelore foi o Bitelo da SS – Campeão – Progênie de Pai e Progênie Jovem de Pai. Em 2014, conquistou o título de Reservado Campeão – Progênie de Pai. Um dos reprodutores mais usados no rebanho nacional e em 1998, recebeu o título de Reservado Grande Campeão Expozebu 1998. Duda FIV da Sabia (filha de Jeru FIV do Brumado) foi consagrada campeã Bezerra 2015. 

Bitelo SS - 1° lugar em Progênie de Pai e Progênie Jovem de Pai
Na raça Nelore, é importante salientar os touros que alcançaram grandes premiações: Objuan FIV do Mura (Grande Campeão); Landau da Di Gênio(Reservado Grande Campeão), filhos de Bitelo da SS e Brado S. Marina. E a Grande Campeã ficou para ESPN Javaneza e Reservada Grande Campeã foi Genova Giber, filhas de Basco da SM.
Na raça Tabapuã, Candado FIV da LIAB foi o grande destaque. Candado conquistou o primeiro lugar como Progênie de Pai. É um touro que tem expressividade em sua carcaça, devido ao comprimento e volume e com seu posterior repleto de carne. Pedigree de muita consistência, filho de Industrial de Tabapuã, touro consagrado por produzir animais de muita carcaça e excelente acabamento. Suas progênies também foram consagradas como: Campeã Bezerra (Sapeca FIV de Tabapuã); Reservada Campeã Bezerra (Sanca FIV de Tabapuã) e Reservada Campeã Novilha Maior (Recuca FIV de Tabapuã).

Na raça Guzerá Leiteiro, o touro Escoteiro FIV - Unibe conquistou o primeiro lugar como Progênie de Pai; Grande Campeão e Campeão Touro Adulto da Expozebu deste ano. No ano passado, recebeu o título de Grande Campeão Touro Jovem. Suas progênies também se evidenciaram como: Encanto 4 Meninos (touro Reservado Grande Campeão e Campeão Júnior Maior) e Edipo 4 Meninos conquistou o título de Reservado Campeão Júnior Maior. A medalha de Campeão Júnior Menor ficou para Blog FIV da Meta (pai Hidrante FIV NF).

Os grandes destaques da Alta do Sumário de Touros do Programa Nacional de Melhoramento da Raça Guzerá Leiteforam: Remanso TE Taboquinha (lactação mãe: 4.595 / PTA Leite: 409 quilos) e Nepal TE JF  (lactação mãe 4.057 / PTA Leite; 389 quilos). PTA (capacidade prevista de transmissão de leite e de gordura).
No Gir Leiteiro, touro Akel FIV DP conquistou o troféu de Grande Campeão e Campeão Touro Adulto (progênie de Vaidoso da Silvania). Os touros Figo Edon foi Reservado Campeão Jovem e Figo Bahadur, Reservado Campeão Touro Adulto.

O título de Reservado Campeão e Campeão Touro Jovem ficou para Nito Paritins do JOA. Filho Provado Paritins TE Cal consagrou-se como Grande Campeão na 41ª Exposição Agropecuária de Araxá 2015. Nito é um touro em Programa de Melhoramento Genético ABCGIL / Embrapa, tem muita beleza e equilíbrio em todas as partes. Agrega muito leite, excelente temperamento e com bons úberes em seu pedigree.

Facho TE Kubera é o pai do Campeão Bezerro, Belur Bar, e do Reservado Campeão Bezerro, Fergus Bar. Facho é um touro que possui todos os atributos de um líder de vendas de sêmen. Touro que possui um pedigree de muita consistência genética e de fácil uso na raça Gir Leiteiro. Este touro possui uma maior segurança e lucratividade quando comparado aos investimentos na área financeira.

Sobre a Alta - A Alta hoje é considerada uma das maiores e mais importantes centrais de distribuição do mundo -  foi fundada no Brasil em maio de 1996, em Uberaba, Minas Gerais, sob o comando de Heverardo Rezende de Carvalho. Composta por mais de 130 colaboradores em sua Matriz em Uberaba, e mais de 700 em todo o país, a Alta do Brasil está localizada na BR 050 – km 164 -, num terreno de 110 hectares onde há mais de 12.000 m2 de construção.

Fonte: Assessoria de Imprensa - LN Comunicação